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sábado, 10 de janeiro de 2015

The Last of Us 2 pode ter sido confirmado

The Last of Us 2Michael Knowland, que trabalha como artista chefe de personagens, trabalhou em The Last of Us e saiu recentemente da Naughty Dog. Ao atualizar seu perfil no LinkedIn, pode ter deixado vazar a confirmação de que The Last of Us 2 está em produção.
No momento, Michael está trabalhando em Just Cause 3 na Avalanche Studios, mas anteriormente, o perfil de Michael dizia apenas que estava trabalhando em Uncharted 4 e outro AAA ainda não anunciado, porém agora deixou explícito no perfil que trabalhou por um mês na produção de The Last of Us 2.
Pode ter sido um engano, mas até agora, nem a Sony ou Michael Knowland comentaram a informação. Com o grande sucesso de vendas e crítica de The Last of Us, não seria nenhuma surpresa se a Sony anunciasse a sequência nos próximos meses, mas enquanto isso não se confirma, nos resta apenas imaginar como Neil Druckmann nos surpreenderia ainda mais com The Last of Us 2.

OS JOGOS MAIS AGUARDADOS DE 2015

Enquanto 2014 nos ensinou a segurar o hype (estamos de olho em vocês, Watch Dogs, Titanfall e Destiny), nós ainda estamos bem animados pra o que vem por aí em 2015. Xbox One, PlayStation 4 e Wii U vão receber exclusivos interessantes, os indies continuam arrasando e jogos third-party como Batman: Arkham Knight e The Witcher 3 vão finalmente ser lançados.
O interessante de ver a lista de jogos mais aguardados do Scub foi perceber o quão variada a lista é. Apenas um jogo foi escolhido mais de uma vez, e alguns óbvios como Halo 5 e Bloodborne acabaram não entrando. É aí que vocês entram comentando abaixo quais jogos vocês querem jogar em 2015.

Quantum Break

Acompanho os jogos da Remedy desde que me apresentaram Max Payne 2 há vários anos atrás e confesso que fiquei um pouco desapontado quando Sam Lake revelou que não estavam trabalhando em Alan Wake 2, porém conhecemos Quantum Break.
Durante o anúncio oficial do console da Microsoft a Remedy mostrou seu novo jogo, apesar de só conhecer o gameplay meses depois, o jogo já chamava minha atenção desde o inicio por vir de uma das minhas desenvolvedoras favoritas. Ainda naquele conceito midia center do Xbox One, a Microsoft revelou que além de um jogo, Quantum Break contará com uma série mostrando outras perspectivas, apesar da Remedy estar no comando e prometer algo nível das grandes produções, vimos o fracasso que foi Halo: Nightfall, que foi bastante divulgado pela Microsoft. Porém se as coisas correrem bem, podemos contar que Quantum Break tenha uma envolvente narrativa atrelada a um ótimo gameplay, seguindo o padrão Remedy que conhecemos.

Hotline Miami 2: Wrong Number

2015 parece ser um dos anos mais promissores para quem joga videogame e, mesmo com tanta inovação e jogos interessantes, o que me deixa mais animado é um que eu já conheço muito bem: Hotline Miami 2. Sequência à um dos meus jogos favoritos, Wrong Number irá explorar um pouco mais a confusão que foi o primeiro, com diversos novos personagens jogáveis, máscaras e a mesma brutalidade e dificuldade de sempre.
De todas as vezes que testei, senti que se tratava do mesmo jogo porém com ajustes suficientes para que a experiência se tornasse nova e me puxasse de volta ao vício. Existe alguma coisa na combinação de cores, música alta e excesso de violência que me mantém vidrado, porém como qualquer jogo com um número de fases pré-montadas, esse vício se torna limitado. Hotline Miami 2 pretende corrigir isso com a implementação de um simples editor de leveis, feito para que membros da comunidade criem e compartilhem suas fases pela internet, me permitindo que eu sempre tenha um novo desafio para encarar.
Eu não poderia estar mais ansioso para machucar pessoas de todas as formas possíveis em 2015.

The Witcher 3: Wild Hunt

Ok, talvez essa escolha seja até clichê, mas The Witcher 3 é o meu jogo mais esperado de 2015 (assim como ele era o meu mais esperado para 2014 antes dos adiamentos começarem). E olha que nem estou considerando o fato de que o jogo fecha uma trilogia que já vem sendo construída com maestria pelos poloneses da CD Projekt Red há cerca de 8 anos. Sim, vamos deixar uma das histórias mais maduras e complexas que os video joguetes já viram de lado por um instante. The Witcher 3, acima de tudo, promete ser um marco na história dos RPG’s.
O jogo busca trazer não só uma gigantesca variedade, mas também um nível de qualidade nunca antes visto. Um mundo tão grande que o jogador levará cerca de 45 minutos para percorre-lo de ponta a ponta. Um sistema de escolhas que realmente altera o futuro da trama e dos personagens, com mudanças tão significativas que transformam até o cenário de determinadas regiões. Além disso, o sistema de combate de The Witcher, que no jogo anterior tinha só cerca de 20 animações, agora terá mais de 96. Sem contar também a enorme variedade de armamentos, itens, quests, side quests e [insira alguma coisa aqui] que você poderá encontrar/craftar/fazer/completar com Geralt ao longo de sua jornada.
Como ter finais variados é um pouco ultrapassado, The Witcher 3 terá 3 epílogos completamente diferentes. Sim, completamente diferentes. Prepare-se para jogar essa belezura 3 vezes, ou seja, separe cerca de 200 horas da sua vida e boa sorte.

The Witcher 3: Wild Hunt

Se você me conhece provavelmente não está surpreso que The Witcher 3 é meu jogo mais esperado de 2015. Eu adoro RPGs medievais, The Witcher é uma das franquias que mais gosto e a CD Projekt RED é provavelmente minha desenvolvedora favorita.
The Witcher 3: Wild Hunt parece ser um dos maiores e melhores RPGs já feitos. Mais de 100 horas de gameplay? Um mapa várias vezes maior que o de Skyrim? Charles Dance dublando o vilão? Uma trama madura e em que suas decisões importam de verdade? Mais de 30 finais? Se The Witcher 3 fosse só um terço do que a CD Projekt RED promete já seria excelente, mas conhecendo a desenvolvedora tenho certeza que eles vão entregar tudo que prometeram. E eu não poderia estar mais ansioso para o lançamento do jogo em Maio. VEM MONSTRO!

Lucas Sims – Grim Fandango: Remastered

É possível que a maioria esteja lendo e pensando: “mas Grim Fandango? Sério isso? Aguardando por este jogo?” E eu respondo que não é simplesmente “este jogo”. Aposto que a maioria da galera que pensa isso sequer tenha dado uma chance para este belíssimo jogo. Grim Fandango foi o último trabalho de Tim Schafer pela LucasArts (e o penúltimo jogo de aventura da LucasArts no século passado).
Combinando elementos da cultura latina (Dia dos Mortos Mexicano, tradição no país e nas crenças aztecas sobre vida após a morte) e o melhor dos filmes noir, o jogo coloca você no papel de Manuel “Manny” Calavera, um agente de viagens (leia-se “ceifador de almas” ou, “A Morte”) em sua viagem de quatro anos pela Terra dos Mortos até o seu destino final, o Nono Submundo, para chegar ao descanso eterno. O jogo possui puzzles bem elaborados, personagens carismáticos e únicos, uma dublagem cheia de piadas, trocadilhos e muito portunhol (ou espanglês, na versão original), cenários deslumbrantes e, claro, uma trilha sonora que mistura blues, jazz e outros elementos e instrumentos da cultura latina.
O jogo inclusive ganhou diversos prêmios em seu ano de lançamento (1998), como o Jogo de Aventura do Ano, Melhor jogo de PC e levou o GOTY na Gamespot, desbancando jogos como Half-Life e Legend of Zelda: Ocarina of Time. Grim Fandango é um jogo que, independente de qualquer preconceito com o gênero, deve ser jogado e deve ser utilizado por outras empresas como base para novos jogos de aventura, focando na história, nos puzzles, cenários, personagens e principalmente na trilha sonora, afinal, aguentar 8 ou mais horas de jogo com uma trilha sonora fraca, ninguém merece, né?

Splatoon

É claro que o Wii U já tinha jogos excelentes na época da E3, e mais ainda estavam por vir (Bayonetta 2, Super Smash Bros., Mario Kart 8… Ainda anunciaram um The Legend of Zelda novo!). Eu estava querendo comprar o console há tempos. Mas o que me fez decidir, a gota d’água, foi o anúncio de Splatoon. Um third-person shooter que parece paintball com garotas fofinhas que se transformam em lulas e músicas frenéticas? Estou dentro.
Para mim, foi mais uma prova de que o Wii U não é feito apenas de franquias antigas (boas, porém antigas). O projeto surgiu da ideia de um programador da equipe do Animal Crossing e só se tornou mais maluca desde então. Os times de até quatro pessoas disputam para ver quem domina a maior parte do mapa. Isso é feito espalhando tinta com bazucas, granadas e até um rolo de pintura gigante.
O que me atraiu foi o uso do gamepad, tão ignorado por outros títulos, para agilizar a movimentação dentro do game. É só tocar um ponto do mapa e lá está sua personagem, pronta para o ataque. Fui conquistada pela animação das lulas escondidas na tinta, que recarregam o combustível, permitem movimentos mais ágeis e ainda acrescentam furtividade. Tudo é rápido, caótico e FOFO. Espero que seja tão bom quanto parece.

Uncharted 4: A Thief’s End

Não, não é pelo gameplay, não é pelas cenas de ação e não é pelos gráficos. Uncharted 4 é o meu jogo mais aguardado de 2015 por causa de uma pessoa: Neil Druckmann. Apenas o diretor de The Last of Us, um dos jogos com a narrativa mais bem lapidada que já existiu e um passo a frente no desenvolvimento de personagem que a Indústria dos Jogos precisa aspirar para se aprimorar.
The Last of Us foi tudo o que eu queria em vídeo games: Propósito. Nada acontece sem um porquê, tudo é justificado e e serve a narrativa. Por mais incrível que pareça, isso é raro nos jogos, e é isso que eu espero ver em A Thief’s End.

Persona 5

Se essa lista tivesse sido feita semana passada, minha escolha seria Uncharted 4, sem sombra de dúvidas. O problema é que na última semana eu coloquei mais horas em Persona 4 Golden do que eu coloquei no meu sono. O jogo é fantástico, e o que torna tão bom vai além do fato de ser um JRPG competente. Persona é viciante porque eu quero maximizar meus links sociais com amigos, quero arranjar uma namorada, tirar notas boas nos testes e dar level up em todos os meus Personas.
Em Persona 5, eu vou ter isso tudo, e mais. Eu quero novos personagens, novas amizades, novas possibilidades (nova namorada, também, claro) e quero gastar mais dezenas e dezenas de horas imerso naquele mundo. A julgar pelo trailer, o jogo vai se passar em Tóquio, ou pelo menos numa cidade grande, o que deve dar um grande contraste em relação à pequena cidade de Inaba, onde se passa o P4G. Combinando isso com o fato de que o jogo será lançado para a nova geração, fica difícil imaginar o quão viciante Persona 5 vai ser.
Agora, com licença, preciso voltar pra Persona 4 porque tenho um encontro com a Yukiko.

OBS: Queiram me desculpar por nao postar por tanto tempo pois estava sem tempo por causa da escola.

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Microsoft confirma compra da Mojang, criadora de Minecraft

Minecraft-MicrosoftA Microsoft anunciou hoje através de um post no Xbox Wire que adquiriu a Mojang e a franquia Minecraft pela quantia de 2.5 bilhões de dólares.
Apesar de ser a dona da franquia, a Microsoft prometeu que as versões de PlayStation 3, 4 e Vita, Android e iOS de Minecraft continuarão disponíveis para compra. A Microsoft também garantiu que a MINECON, o maior evento de Minecraft do mundo, irá continuar e a empresa irá promover ainda mais a interação online e pessoal entre a comunidade do jogo.
“Só haviam alguns potenciais investidores com os recursos para que Minecraft cresça na escala que merece,” comentou a Mojang. “Nós temos trabalhado com a Microsoft desde 2012 e ficamos impressionados com sua continua dedicação ao nosso jogo e seu desenvolvimento. Estamos confiantes que Minecraft continuará crescendo de uma maneira incrível.”
“Esse é um jogo que encontrou sua audiência em aparelhos baseados em toques, celulares, iPads, consoles e obviamente, em sua casa verdadeira, o PC,” afirmou Phil Spencer, chefe da divisão Xbox da Microsoft. “Nosso objetivo é continuar inovando Minecraft em todas estas plataformas.”
Além disso, em um post no site da Mojang foi revelado que Notch, Carl e Jakob, os fundadores do estúdio, estão de saída e irão trabalhar em outros projetos não relacionados a Minecraft. Em seu site, Notch comentou sobre o assunto. “Eu não me vejo como um verdadeiro desenvolvedor de jogos. Eu faço jogos porque é divertido, e porque eu amo jogos e eu amo programar, mas eu não faço jogos com a intenção que eles se tornem hits enormes, e eu não tento mudar o mundo,” afirmou. “Assim que o acordo estiver finalizado, eu vou deixar a Mojang e voltar para a fazer o Ludum Dares e pequenos experimentos na web. Se eu acidentalmente criar algo que faça sucesso, eu provavelmente o abandonarei imediatamente.”
“Não é sobre dinheiro. É sobre minha sanidade,” concluiu Notch.

Chivalry: Medieval Warfare chega aos consoles… da geração passada

Chivalry
Se você pensa em se livrar do seu console da geração passada, talvez ainda valha a pena segura-lo por mais alguns meses. A desenvolvedor Torn Banner anunciou que seu FPS medieval Chivalry será lançado para consoles.

Curiosamente apenas anunciado para Xbox 360 e PlayStation 3, Chivalry chegará aos consoles apenas em versão digital e publicado pela Activision. Pelo o que podemos ver, toda a gritaria e partes sendo cortadas e jogadas pelos ares estarão presentes porém, dada a natureza de um console, sem suporte para mods, como é típico da versão de PC.
Além da expectativa de ”no final desse ano”, ainda não há data de lançamento concreta para a versão de consoles. Chivalry: Medieval Warfare saiu originalmente há dois anos atrás pelo Steam. Se tivesse que colocar meus dinheiros em alguma coisa seria de que uma versão para a geração atual também é esperada.

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Rumor: Microsoft pode comprar a Mojang, criadora de Minecraft

Minecraft
De acordo com o The Wall Street Journal, a Microsoft estaria pronta para comprar a Mojang, desenvolvedora de Minecraft, por 2 bilhões de dólares, o acordo pode ser fechado ainda nessa semana. As duas empresas foram contatadas porém não deram resposta ao jornal americano.
As versões de Xbox One e PlayStation 4 de Minecraft foram lançadas na última semana, ao anunciar a versão do jogo no novo console a Microsoft declarou que o jogo já havia vendido mais de 13 milhões de cópias no Xbox 360.
Caso o contrato seja fechado ainda essa semana como o informante diz, a empresa terá que esclarecer sobre a versão de PlayStation Vita de Minecraft, que já foi anunciada mas ainda encontra-se em desenvolvimento pela 4J Studios.

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Ryse não é mais exclusivo de Xbox One

RyseRyse: Son of Rome, que recentemente ganhou o prêmio de melhores gráficos, ganhará uma versão de PC. O jogo foi anunciado com suporte a 4K e chega no fim do ano, sem uma data definida.
O jogo será publicado pela própria Crytek nos canais digitais e receberá suporte da Deep Silver para versões físicas, a nova versão conta com todos os pacotes de DLC já lançados, incluindo a Trust Sword, antes exclusiva da edição Day One do jogo.
Ryse foi um dos títulos de lançamento do Xbox One, além dele, Dead Rising 3 também fazia parte dos jogos Day One do console, este que também recebeu uma versão para o PC.



Forza Motorsport 5 ficará gratuito por quatro dias

Forza Motorsport 5
Em aquecimento para Forza Horizon 2, A Microsoft anunciou que o exclusivo de Xbox One, Forza Motorsport 5, estará disponível gratuitamente para os usuários Xbox Live Gold a partir de amanhã, os jogadores podem baixar o jogo na quinta-feira e terão até o domingo para jogar o título.
A Microsoft confirma que disponibilizará o jogo completo, e não só uma demo, com todo o conteúdo gratuito que já foi lançado para o jogo até o o momento. Forza Motorsport 5 ainda contará com o evento especial durante o final de semana chamado Grand Tour of Prague, que irá conceder um novo título e badge para os perfis dos usuários.
Forza Horizon 2, o próximo jogo da franquia chega ainda esse mês, no dia 30 de Setembro, no Xbox 360 e Xbox One.